RAIO DE LUAR
Acabo tarde, o meu pequeno-almoço. Culpa do Luiz Pacheco e de ter desenterrado da estante uma compilação de crónicas publicadas há uns tempos. Algumas escritas nos anos 90, julgo.
Mesmo morto me faz rir, o Pacheco. Mesmo da casa de repouso onde está a escrever ou, na maior parte dos casos, a lembrar, ele me devolve uma realidade que é a mesma, delicadezas semânticas à parte.
Leitores de bestsellers: corram às livrarias e perguntem pelo Luiz Pacheco. Vão ver que o vosso percurso entre as prateleira de livros vai mudar, quando no próximo Natal forem fazer as comprinhas.
Começo tarde, o dia de trabalho, mas não consigo evitar a satisfeita sensação de que já o ganhei.
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